Joshuavida's profileJESUS EU CONFIO EM VÓSPhotosBlogListsMore Tools Help

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    A SABEDORIA DE DEUS

     

    “há nela, com efeito, um espírito inteligente, santo, único, múltiplo, sutil, móvel, penetrante, puro, claro, inofensivo, inclinado ao bem, agudo, livre, benéfico, benévolo, estável, seguro, livre de inquietação, que pode tudo, que cuida de tudo, que penetra em todos os espíritos, os inteligentes, os puros, os mais sutis”.

    “mais ágil que todo o movimento é a sabedoria, ela atravessa e penetra tudo, graças à sua pureza. ela é um sopro do poder de deus, uma irradiação límpida da glória do todo-poderoso; assim mancha nenhuma pode insinuar-se nela. é ela uma efusão da luz eterna, um espelho sem mancha da atividade de deus, e uma imagem de sua bondade”.

    “embora única, tudo pode; imutável em si mesma, renova todas as coisas. ela se derrama de geração em geração nas almas santas e forma os amigos e os intérpretes de deus, porque deus somente ama quem vive com a sabedoria! é ela, com efeito, mais bela que o sol e ultrapassa o conjunto dos astros. comparada à luz, ela se sobreleva, porque à luz sucede a noite, enquanto que, contra a sabedoria, o mal não prevalece”. (sab 7,22-30).

    “O temor do senhor é o começo da sabedoria; sábios são aqueles que o adoram, sua glória subsiste eternamente”. (sl 110,10).

    “A boca do justo fala sabedoria e a sua língua exprime a justiça”. (sl 30,36).

    paz e bem!

    Ó ETERNA VERDADE…

    Do Livro das "Confissões", de Santo Agostinho, bispo (Lib. 7, 10, 18; 10, 27; CSEL 33, 157-163. 255)

    "Instigado a voltar a mim mesmo, entrei em meu íntimo, sob tua guia e o consegui, porque tu te fizeste meu auxílio".

    Entrei e vi com olhos da alma, acima destes olhos, acima de minha mente, a luz imutável — não esta luz vulgar e evidente para toda a carne nem como do mesmo gênero, apenas mais forte e que fosse muito e muito mais brilhante e iluminasse e enchesse tudo com o seu tamanho. Não era assim, mas outra coisa, inteiramente diferente de todas estas. Também não estava acima da minha mente como o óleo sobre a água nem como o céu sobre a terra, mas mais alta, porque ela me fez, e eu, mais baixo, porque feito por ela. Quem conhece a verdade, conhece esta luz.

    Ó eterna verdade e verdadeira caridade e cara eternidade! Tu és o meu Deus, por ti suspiro dia e noite. Desde que te conheci, tu elevaste-me para ver que quem eu via, era, e eu, que via, ainda não era. E reverberaste sobre a mesquinhez da minha pessoa, irradiando sobre mim com toda a força; e eu tremia de amor e de horror. Vi-me longe de ti, no país da dessemelhança, como que ouvindo a tua voz lá do alto: "Eu sou o alimento dos grandes; cresce e comer-me-ás. Não me mudarás em ti, como o alimento do teu corpo, mas tu te mudarás em mim".

    E eu procurava o meio de obter forças, para tornar-me idôneo a te degustar e não o encontrava até que abracei "o mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo, que é Deus acima de tudo, bendito pelos séculos"; ele chamava-me e dizia: "Eu sou o caminho da verdade e da vida"; e o pão, que eu não era capaz de receber, uni à minha carne, "porque o

    Verbo se fez carne", para dar à nossa infância o leite da tua sabedoria, pela qual tudo criaste.

    Paz e Bem!

    DE QUE ADIANTA?

    DE QUE ADIANTA?

    O que existe de mais precioso que a vida? No entanto, poucos são os que dão conta disso; no mais das vezes ela não passa de objeto de manipulação para aqueles que só pensam em tirar vantagem material de tudo, mesmo que façam da vida um inferno para si e para os outros.

    Para estes o que conta mesmo é a ânsia de possuir, ainda que tenha de destruir a vida natural ou dos semelhantes, contanto que atinjam a satisfação da própria vontade, não importando os meios para isto. O resultado é o desequilíbrio a que chegamos em nosso habitat natural, a ponto de vivermos os últimos dias de nosso planeta, que agonizante, pede socorro antes que atinja o caos total em todos os sentidos.

    “Escutai, povos todos; atendei, todos vós que habitais a terra, humildes e poderosos, tanto ricos como pobres”. (Sl 48,2-3). “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vem a perder-se a si mesmo e se causa a sua própria ruína?” (Lc 9,25). “Nenhum homem a si mesmo pode salvar-se, nem pagar a Deus o seu resgate. Caríssimo é o preço da sua alma, jamais conseguirá prolongar indefinidamente a vida e escapar da morte, porque ele verá morrer o sábio, assim como o néscio e o insensato, deixando a outrem os seus bens”. (Sl 48,8-11).

    “O túmulo será sua eterna morada, sua perpétua habitação, ainda que tenha dado a regiões inteiras o seu nome, pois não permanecerá o homem que vive na opulência: ele é semelhante ao gado que se abate. Este é o destino dos que estultamente em si confiam, tal é o fim dos que só vivem em delícias. Como um rebanho serão postos no lugar dos mortos; a morte é seu pastor e os justos dominarão sobre eles. Depressa desaparecerão suas figuras, a região dos mortos será sua morada”. (Sl 48,12-15).

    O bem mais útil à vida é o amor de Deus, pois nele tudo se afirma e tudo cresce e tudo rejuvenesce a cada instante; portando, é no amor a Deus e entre nós que devemos alicerçar a casa de nossa existência, porque o amor não acaba nunca e para quem ama a vida já é eterna como o próprio amor.

    “Então o que está assentado no trono disse: Eis que eu renovo todas as coisas. Disse ainda: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras”. (Ap 21,5).

    Paz e Bem!

    <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/"><img alt="Creative Commons License" style="border-width:0" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-sa/2.5/br/88x31.png" /></a><br /><span xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" href="http://purl.org/dc/dcmitype/Text" property="dc:title" rel="dc:type">FREI FERNANDO, VIDA, F&#201; E POESIA</span> by <a xmlns:cc="http://creativecommons.org/ns#" href="www.freifernando.net" property="cc:attributionName" rel="cc:attributionURL">Frei Fernando,OFMConv.</a> is licensed under a <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/br/">Creative Commons Atribui&#231;&#227;o-Uso N&#227;o-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licen&#231;a 2.5 Brasil License</a>.

    A MEDALHA MILAGROSA

     

    MEDALHA MILAGROSA

    A MEDALHA MILAGROSA

    Na criação e ao longo da história da salvação humana, o Senhor sempre se fez presente emitindo seus sinais; quer falando diretamente ao coração do homem, quer por meio de sua criação; uma vez que o homem se escondeu dele no pecado e só mediante a fé o poderá encontrar. Vejamos, pois. Na narração do Gênesis, quando do seu ato criador, o primeiro sinal emitido pelo Senhor foi a visibilidade de sua obra; depois, com a criação do homem em estado de graça, foi a possibilidade de vê-LO face a face, e ainda, a liberdade de administrar a obra de suas mãos.

    Com o advento do pecado e a degradação dos valores eternos recebidos pelos nossos primeiros pais, os sinais da presença divina ficaram escassos; muito embora, presentes pela manutenção da vida e pela graça do arrependimento do homem e a reconciliação com o Senhor. Assim, no dilúvio, com Noé e o sinal do arco Iris, Deus firmava sua promessa e a vida dos homens e das outras criaturas; de igual modo, na aliança feita com Abraão, suas promessas se confirmaram pela vocação do povo eleito à filiação divina e pelo sinal da circuncisão. Em Moisés, vemos a aliança confirmada com as Tábuas da Lei e a partida de volta para a terra prometida; já nos profetas Deus emite seus sinais pela confirmação da promessa da vinda iminente do Messias, a Nova Aliança Eterna e a consumação de tudo na glória do seu Reino.

    Com a vinda de Jesus, o Filho amado, na plenitude dos tempos, Deus cumpriu, pela consumação da revelação, o seu plano de amor para com a humanidade e toda a criação. Logo, a partir de Jesus Cristo, o doce Rabi da Galiléia, o sinal da presença divina tornou-se perene mediante a ação do Espírito Santo na Igreja pela Eucaristia, sinal perpétuo da visibilidade divina no meio de nós, confirmadas nas palavras de Jesus: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”. (Cf. Mt 28,20b).

    Nos tempos atuais Deus tem emitido seus novos sinais também por meio dos santos e santas, em especial a Virgem Maria, que seguiram os passos de Jesus pelo caminho da cruz; esses sinais se multiplicam dia a dia em favor de todos os fiéis que creem e esperam sua páscoa e a segunda vinda gloriosa do Salvador de toda a humanidade. Dentre os novos sinais da graça de Deus a nosso favor, temos no sacramental, a Medalha Milagrosa, um lugar de destaque devido ao motivo pelo qual foi emitido: a cessação da lepra do pecado que assola a nossa humanidade. Desse modo, pela emissão desse sinal na aparição da Virgem Santíssima à santa Catarina de Labouré, Deus nos aponta o caminho da conversão pessoal e da devoção aos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, como meios para recebermos suas graças inefáveis e podermos viver neste mundo conforme a sua santa vontade.

    A “Medalha Milagrosa” que a VIRGEM MARIA mandou a Irmã Catarina Labouré cunhar em 1830, tem sua fama de milagrosa pelos sinais e prodígios acontecidos logo após sua confecção e ao logo do tempo, conforme a promessa da Santa Mãe de Deus à santa Catarina:

    “Fazei cunhar uma medalha conforme o modelo que te mostrei. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança” — prometeu a Santíssima Virgem.

    DESCRIÇÃO DA MEDALHA MILAGROSA

    A Medalha tem na frente a imagem de NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS como habitualmente conhecemos, derramando de suas mãos abertas “raios de Graças” sobre toda humanidade. No verso da Medalha, encontramos outro apelo, que na verdade é um discreto e carinhoso convite a humanidade, para cultivar a “Devoção Conjunta aos Dois Sagrados Corações de JESUS e de MARIA”.

    Aparece um “M” do nome “MARIA”, que é uma alusão ao reconhecimento que todas as gerações devem ter à nossa MÃE SANTÍSSIMA por sua permanente intercessão junto a DEUS em beneficio de todos nós. Isto, lembrando o auxílio, o zelo e os preciosos cuidados que maternalmente e repleta de amor, Ela sempre dedica a todos os seus filhos, principalmente àqueles que buscam a sua inefável e tão querida proteção. Em cima do “M” temos a gloriosa “CRUZ DE CRISTO”, que assumindo os pecados da humanidade, nela consolou o PAI ETERNO e redimiu todas as gerações, abrindo as portas da Salvação para todos, independentemente de nossa vontade pessoal, num gesto supremo e sublime, de Sua Caridade Divina.

    Embaixo do “M” de “MARIA”, estão os “Dois Corações”, representando o “Sagrado Coração de JESUS” e o “Imaculado Coração de MARIA”. O “Coração de JESUS” está envolto por uma coroa de espinhos, nos recordando todos os pecados e transgressões praticados contra Ele; o “Coração de MARIA” está atravessado por um punhal, que representa a decepção e a dor lancinante sentida por nossa MÃE, pelas maldades e por todos os crimes que mancham e destroem as almas, afastando-as de DEUS. Então, na riqueza de benefícios da Medalha encontramos também esta apresentação que pela primeira vez vem sugerir a todos nós, a necessária e filial preocupação de consolar com nossas orações e nossa vida, os “Dois Sagrados Corações Unidos no Amor”, colocando em prática uma carinhosa Devoção conjuntamente aos “Corações de JESUS e de MARIA”.

    No Brasil, como em muitos países NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA é conhecida com o nome de NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS.

    Paz e Bem!

    Frei Fernando,OFMConv.

    SÃO FRANCISCO DE ASSIS

    FRANCISCO DE ASSIS: PLENAMENTE HUMANO

    Nestes dias estamos comemorando o Pobrezinho de Assis, uma pessoa tão reconciliada consigo mesmo, com Deus e com as criaturas que acaba por extrapolar os confins do mundo católico, para ser atrativo a outros cristãos e a outras pessoas.

    Gosto sempre de recordar como fiquei impressionado quando visitei Assis pela primeira fez. Era o ano 1996 e eu fiquei estupefato com o grande número de budistas que estavam em oração silenciosa na tumba de Francisco. Enquanto os cristãos faziam barulho nas basílicas superiores, eles estavam lá, não para encontrar-se com a arte, mas para se encontrarem com Francisco.

    Depois, ao longo dos anos, eu fui me deixando atrair sempre mais por esta figura. Primeiramente, foi lendo os Fioretti que fiquei encantado por Francisco, a ponto de pedir para entrar no postulantado do Jardim da Imaculada. Depois, sobretudo a formação do noviciado, me moveram para aceitar plenamente este homem e sua espiritualidade. Acredito que a isto eu devo ter suportado uma série de coisas.

    É interessante porque quando se lê as biografias medievais, elas tendem a fazer uma imagem do santo tão angelical que acabam produzindo no leitor o sentimento de que é impossível chegar a ser assim. Devemos reconhecer que esta tendência está presente na hagiografia de Francisco, mas ao mesmo tempo deixa escapar um Francisco muito humano, simpático, dócil, terno e vigoroso. Francisco é um santo simpático, não é como alguns que nos provocam uma distância quando queremos conhecer a sua vida.

    A sua grandeza nos coloca diante do imenso desafio que é atualizar o seu carisma no mundo de hoje. Na verdade penso que diante de pessoas grandes tendemos somente a repetir os gestos e formas, pois é muito difícil conseguirmos entender o essencial da sua vida. Aqui está o desafio, sempre mais instigante, para os filhos de Francisco: fazer com que a nossa vida transpareça o carisma de Francisco, sem aprisionar este carisma, que pode e deve ser vivido fora das instituições franciscanas.

    Se pensarmos nos grandes desafios da modernidade: ecumenismo, diálogo, ecologia, justiça, paz, etc., e nos eternos sonhos da humanidade: encontro com Deus, auto-reconciliação, fraternidade, etc., veremos que no Irmão de Assis encontraremos uma resposta, uma direção a ser seguida, e que após tantos séculos permanece valida para nós hoje.

    Que o Santo de Assis e do mundo todo nos ajude na vocação comum de seguir o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

    Frei João Benedito,OFMConv.

    Fonte: http://frjoaobenedito.blogspot.com/

    E A NOSSA SOCIEDADE ESTÁ SENDO ENVENENADA

    CRÍTICA DE ARIANO SUASSUNA AO "FORRÓ ATUAL"

    'Tem rapariga aí? Se tem, levante a mão!'. A maioria, das moças, levantam a mão. Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, de todas bandas do gênero). As outras são 'gaia', 'cabaré', e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.


    Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicas bem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a dizer alguns títulos, vamos lá:

    Calcinha no chão (Caviar com Rapadura),

    Zé Priquito (Duquinha),

    Fiel à putaria (Felipão Forró Moral),

    Chefe do puteiro (Aviões do forró),

    Mulher roleira (Saia Rodada),

    Mulher roleira a resposta (Forró Real),

    Chico Rola (Bonde do Forró),

    Banho de língua (Solteirões do Forró),

    Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal),

    Dinheiro na mão, calcinha no chão (Saia Rodada),

    Sou viciado em putaria (Ferro na Boneca),

    Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró),

    Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró).

    Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.

    Porém o culpado desta 'esculhambação' não é culpa exatamente das bandas, ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo.

    E aí faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde.

    Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos alternativos de Belgrado, Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo.

    Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável, e merecedor de maior atenção.

    Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é: 'É vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!', alguma coisa está muito doente. Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos.

    Ariano Suassuna

    O recado tá dado.. reflitam, assistam seus filho...